Tópico 1 Reforço das competências culturais

  1. Comunicação adequada
  2. Autoavaliação: a atitude crítica em relação às nossas próprias preferências e preconceitos contribui para compreender que todas as pessoas têm as suas próprias crenças/estereótipos e, consequentemente, para a aceitação da diversidade.
  3. Escuta ativa: permite a concentração na conversa, esclarecer detalhes e colocar questões de forma sistemática, criando uma relação de confiança com o interlocutor.
  4. Empatia: a capacidade de compreender e sentir a situação do outro, sem que tal signifique necessariamente uma posição de concordância.

Elementos básicos da escuta ativa:

  • mostrar interesse sincero por um indivíduo/grupo de pessoas;
  • dar atenção ao interlocutor;
  • evitar declarações rígidas, esforçando-se para compreender a posição do outro;
  • criar um ambiente favorável para o interlocutor, incentivando a continuação da discussão;
  • manter o contato visual com o interlocutor, demonstrando interesse genuíno na discussão.
  1. Conhecimento

A investigação social mostra que os nossos valores e crenças sobre a igualdade podem, sem querer, ser contraditórios ao nosso comportamento.

Muitas pessoas encontram-se fechadas à diversidade devido à falta de conhecimento, sendo que o conhecimento essencial da nossa própria cultura é o primeiro passo para conhecer e compreender outras culturas.

Além disso, a mensagem de uma conversa deve ser sempre adaptada à cultura e aos antecedentes do interlocutor.

   “O respeito pela diversidade cultural é a única forma de ser universal”, Irina Bokova(Irina Bokova)

Estudo de caso: Irina Georgieva Bokova

Irina Bokova é uma política búlgara e antiga Diretora-Geral da UNESCO. Salientou a importância do multilinguismo e da diversidade cultural na educação e apoiou o estudo das línguas locais e da sua cultura particular e única. Acredita que o conhecimento sobre ambiente, biodiversidade e desenvolvimento sustentável conduzirá a uma compreensão mais profunda dos fenómenos globais.

“Todas as línguas são iguais. O desenvolvimento humano não é possível se não respeitarmos o que faz de nós seres humanos: a nossa língua e a nossa cultura.”